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sábado, 11 de fevereiro de 2012

Solidariedade exclusiva, não!


Hoje eu estava navegando pelo Facebook quando vi a imagem:


 É assim que funciona a solidariedade? Criando faixas de exclusão? Quem pode  julgar quem é ou não digno de receber uma doação? A gente doa porque a pessoa precisa e não porque ela merece! 
Quem é solidário de verdade e pensa realmente no bem do próximo, tem que abandonar  qualquer tipo de julgamento e exercer a solidariedade em toda a sua plenitude.
Mais amor no coração, gente! Amor de verdade, não esse amor fake de vitrine de Facebook, que exclui.

sábado, 13 de junho de 2009

Dia dos namorados


Quando já se está há algum tempo com a pessoa e ela já tem tudo, como presentear?
Como muitas pessoas passei essa semana por este dilema.
Não que dois anos seja muito tempo.
Mas nos presenteamos também fora das datas comerciais, em datas especiais apenas para nós. E é bom ver aquele sorriso, os olhos dele brilhando, a cara de surpresa. E eu pensava no presente maravilhoso que ganhei com antecedência. Como retribuir à altura?
Agasalho para o frio? Não, dei o ano passado.
Tênis? Não, ele comprou um recentemente, mas não tira o velhinho dos pés.
Perfume? Não. Dei no Natal
Traquitanas de informática? Não, ele trabalha na área, então tem de tudo.
Celular legal? Já tem.
Notebook? Tem.
Ipod? Roupa? Sapato? Por que pra mulher é tão mais fácil?

Já estava quase desistindo quando me lembrei dos aviões. Não, claro que não é pra presentear.
Mas sua nova paixão, a aviação e todas as coisas relacionadas, podem render bons presentes. Optei por uma miniatura de um avião comercial e um aeromodelo estático de um helicóptero, cópia fiel de um de verdade, pra ele próprio montar e pintar. Um brinquedo de adulto. Um hobbie bem legal. Algo que não estava na vitrine de um loja cara, sem tecnologia avançada, nem é moda entre os ricos e famosos.
No começo fiquei apreensiva, e com medo de ter errado. Nunca errei, mas dizem que sempre há a primeira vez, e eu fiquei com medo de essa ser a minha. Acho que não foi.
Quando abriu os embrulhos, abriu também um sorriso largo, numa alegria quase infantil.
Perguntei se ele não achou estranho, porque não era nada pra se usar efetivamente.
E fiquei comovida ao ouvir que ele gosta da força que eu dou em relação ao seu interesse e do valor que às coisas que ele gosta.
Acho que amor também é isso: não é só um presente caro ou requintado, com etiqueta. É também se lembrar do que faz o olho do seu amor brilhar.

Fotos: www.inmagine.com